
O transporte rodoviário é o transporte feito por estradas, rodovias, ruas e outras vias pavimentadas ou não com a intenção movimentar materiais, pessoas ou animais de um determinado ponto a outro. Representa a maior parte do transporte terrestre. Mais utilizado na paÃs, 96% do movimento de passageiros e 60% do transporTransporte rodoviário.
O transporte rodoviário é o transporte feito por estradas, rodovias, ruas e outras vias pavimentadas ou não com a intenção movimentar materiais, pessoas ou animais de um determinado ponto a outro. Representa a maior parte do transporte terrestre. Mais utilizado na paÃs, 96% do movimento de passageiros e 60% do transporte de cargas.
Cavalo Mecânico. Principal ator do sistema de transportes rodoviário de cargas.O transporte rodoviário em sua maioria é realizado por veÃculos automotores, como carros, ônibus e caminhão. Segundo a ANTT, existem cerca de 130 mil empresas de transporte de cargas no Brasil com mais 1.6 milhões de veÃculos que oferece trabalho, diretamente, a pelo menos 5 milhões de pessoas. Segundo a COPPEAD, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o transporte corresponde a 6% do PIB nacional.
Na logÃstica o transporte rodoviário é uma das áreas mais importantes. Segundo a COPPEAD, os custos com transporte chegam a 60% dos custos logÃsticos e a redução de custos nessa área é muito importante, pois corresponde em média 20% do custo total das empresas. Cada vez mais as empresas estão de olho nessa fatia do mercado, pois o transporte no Brasil chama a atenção por faturar mais de R$ 40 bilhões e movimentar 2/3 do total de carga do paÃs.
Brasil
Mapa rodoviário do estado de São Paulo.Este é o principal sistema de transporte no Brasil. Por ele passam 56% das cargas movimentadas no PaÃs, contra 21% por ferrovia e 18% por hidrovia. A predominância deste tipo de transporte deve-se ao modelo de desenvolvimento implantado desde o perÃodo do governo JK, época do "governar é abrir estradas". A falta de investimentos em infra-estrutura, como um todo, e a ausência de uma polÃtica de intermodalidade, além da falta de respeito do governo à s atribuições originais dos impostos, direcionados todos à caixa preta do Tesouro Nacional, surgem como as grandes dificuldades do setor. Suas principais conseqüências são a falta de conservação da malha rodoviária, que aumenta os custos de transportes e os Ãndices de acidentes, a falta de uma estrutura de armazenamento e a obsolescência e burocracia dos portos brasileiros. O Brasil se ressente da falta de uma polÃtica pública de transportes, com definições de prioridades. O governo não tem um programa de ações ou um plano diretor que facilite a administração pública, permitindo que as empresas possam fazer seu planejamento em cima de dados e polÃticas confiáveis.
Foi no governo de JK, que as locomotivas começaram a serem construÃdas no Brasil.
Na segunda metade da década de 90 o setor de transportes passou por uma grande transformação devido ao grande número de privatizações de rodoviárias feitas pelo governo federal, passou por uma grande reestruturação com maior participação de capital privado.
Recentemente foi aprovado a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, que regulamenta o exercÃcio da atividade de transporte rodoviário de cargas no Brasil.
Custos do Transporte Rodoviário O Transporte Rodoviário de Cargas por se tratar de uma atividade de alto custo deve ser constantemente analisado as possibilidades de redução de custo. Podemos citar algumas das variáveis que envolvem os custos de transporte:
Depreciação; Remuneração do capital; Pessoal (motorista); Seguro do veÃculo; IPVA/ seguro obrigatório; Custos administrativos; CombustÃvel; Pneus; Lubrificantes; Manutenção; Pedágio. Estes não são os únicos aspectos que devem ser considerados no momento dos cálculos dos custos, os custos como em toda operação é divido em custos fixos e variáveis.
Constam na lista também: Estado de conservação das rodovias geralmente precários, custos com pedágios e manutenção ainda são sérios problemas que afetam o setor. Alto custo dos combustÃveis, emissão de gases poluentes na atmosfera, problemas com manutenção de veÃculos e etc.
Os custos fixos são todos os custos que ocorrem de maneira independente ao deslocamento do veÃculo e variáveis são atribuÃdos custos por quilometragem percorrida pelo veÃculo. É importante ressaltar que essa forma de classificação não é uma regra geral.
Somente com o cálculo dos custos pode se propor uma polÃtica de redução de custos.
Este é o principal sistema de transporte no Brasil. Por ele passam 56% das cargas movimentadas no PaÃs, contra 21% por ferrovia e 18% por hidrovia. A predominância deste tipo de transporte deve-se ao modelo de desenvolvimento implantado desde o perÃodo do governo JK, época do "governar é abrir estradas". A falta de investimentos em infra-estrutura, como um todo, e a ausência de uma polÃtica de intermodalidade, além da falta de respeito do governo à s atribuições originais dos impostos, direcionados todos à caixa preta do Tesouro Nacional, surgem como as grandes dificuldades do setor. Suas principais conseqüências são a falta de conservação da malha rodoviária, que aumenta os custos de transportes e os Ãndices de acidentes, a falta de uma estrutura de armazenamento e a obsolescência e burocracia dos portos brasileiros. O Brasil se ressente da falta de uma polÃtica pública de transportes, com definições de prioridades. O governo não tem um programa de ações ou um plano diretor que facilite a administração pública, permitindo que as empresas possam fazer seu planejamento em cima de dados e polÃticas confiáveis.
Foi no governo de JK, que os meios de transportes (incluindo o rodoviário) começaram a serem implementados no Brasil.
Na segunda metade da década de 90 o setor de transportes passou por uma grande transformação devido ao grande número de privatizações de rodoviárias feitas pelo governo federal, passou por uma grande reestruturação com maior participação de capital privado.
Recentemente foi aprovado a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, que regulamenta o exercÃcio da atividade de transporte rodoviário de cargas no Brasil.
Custos do Transporte Rodoviário
O Transporte Rodoviário de Cargas por se tratar de uma atividade de alto custo deve ser constantemente analisado as possibilidades de redução de custo. Podemos citar algumas das variáveis que envolvem os custos de transporte:
Depreciação;
Remuneração do capital;
Pessoal (motorista);
Seguro do veÃculo;
IPVA/ seguro obrigatório;
Custos administrativos;
CombustÃvel;
Pneus;
Lubrificantes;
Manutenção;
Pedágio.
Estes não são os únicos aspectos que devem ser considerados no momento dos cálculos dos custos, os custos como em toda operação é divido em custos fixos e variáveis.
Constam na lista também: Estado de conservação das rodovias geralmente precários, custos com pedágios e manutenção ainda são sérios problemas que afetam o setor. Alto custo dos combustÃveis, emissão de gases poluentes na atmosfera, problemas com manutenção de veÃculos e etc.
Os custos fixos são todos os custos que ocorrem de maneira independente ao deslocamento do veÃculo e variáveis são atribuÃdos custos por quilometragem percorrida pelo veÃculo. É importante ressaltar que essa forma de classificação não é uma regra geral.
Somente com o cálculo dos custos pode se propor uma polÃtica de redução de custos.
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